Paisagem com barco II
Os barcos são criaturas que nos invadem o imaginário. Dominam a paisagem com promessas de evasão. São pontes sem pilares que atam as pontas soltas das margens. Tapetes flutuantes de todas as possibilidades de aventura.
E o que é que isso interessa às gaivotas?
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Mundos Paralelos
Há mundos paralelos, criaturas invisíveis, seres diáfanos que passam à nossa porta. Todos os dias nos cruzamos com o indizível, com o numinoso. Por todo o lado há sinais, rastos das suas presenças. Provas que afirmam as suas existências secretas. Pegadas. São tão reais como nós, embora diferentes de nós. Somos-lhes tão estranhos como eles o são para os nossos sentidos. E no entanto, não precisamos de nenhum equipamento especial para ver os outros. Basta olhar.
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Paisagem com cão
Viajar é um vício. Um pecado mortal não contabilizado. Pior que os sete capitais, porque os provoca. Pode ser luxúria, orgulho, gula, mesmo inveja.
Viajar é uma forma de entender o mundo, de aproximar as pessoas. Viajar é liberdade. E é contra isso que se inventaram as fronteiras. Hoje, até os cães precisam de passaporte.
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O melhor do mundo
Há coisas no mundo que são universais: o vento, o sangue, a febre, a voz, o medo, a pobreza, o riso, a crueldade, a fome, a terra, o ódio, a noite, a dor de dentes, o sono... "mas o melhor do mundo são as crianças".
Dirt
Há pessoas que fazem trabalhos que nós nem imaginamos, trabalhos a que nem sequer nos damos ao trabalho de querer saber. Na Índia são intocáveis. Por cá, são imigrantes.
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O fim da utopia

Berlim 1990.
O centro do mundo já passou por aqui, várias vezes. Foi capital do mal absoluto e centro de toda a esperança. Foi exemplo aclamado de virtudes e exemplo apontado de ódios. Dividiu opiniões, pessoas e países muito para além dos limites daquele muro. Muro que continua a crescer noutros lugares, para vergonha nossa.
A mim faz-me lembrar porque não gosto de utopias: são sempre o sonho de alguém imposto aos outros, pela força.
O centro do mundo já passou por aqui, várias vezes. Foi capital do mal absoluto e centro de toda a esperança. Foi exemplo aclamado de virtudes e exemplo apontado de ódios. Dividiu opiniões, pessoas e países muito para além dos limites daquele muro. Muro que continua a crescer noutros lugares, para vergonha nossa.
A mim faz-me lembrar porque não gosto de utopias: são sempre o sonho de alguém imposto aos outros, pela força.
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