obituário precoce para defunto distraído
(será que é agora o funeral da democracia? e nós deixamos, não é?!)
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a realidade agora a cores,
cor
eu sou a noite esta noite
sou a luz contra a luz
que te cega
sou o vento
tormento
que te enleia
os cabelos
sou o hálito
do rio
calafrio
que te agarra
os ombros
sou a espuma
das ondas
que te escorre
pelas espaldas
viela
onde tropeças
amparada
sou um beco no
escuro
entre as tuas
pernas
sou o negrume
que te acende
no corpo
a maresia
e adormece em
ti
até ser dia
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cor,
esta coisa da luz,
palavras e isso
"... essa coisa é que é linda”
Foi em Abril que te conheci, lembras-te?
Vinhas pelas
mãos de um magala
e entraste-me
na sala
pela televisão.
Olhei-te nos
olhos e não sei bem
se percebi então
que invadias
já a minha vida
e te alojavas no meu coração
e te alojavas no meu coração
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agitações,
alma lusitana
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